Perfil dos cuidadores no Brasil

O envelhecimento da população, a redução do tamanho das famílias, a crescente participação feminina do mercado de trabalho e outras mudanças que vem ocorrendo desde o século passado tem feito com que a demanda para cuidadores profissionais de idosos, crianças e deficientes; esse crescimento é mais rápido do que a inércia dos grandes levantamentos nacionais que por sua natureza (necessidade de grandes comparações ao longo do tempo, publico alvo com interesses muitos diversos etc.) são conservadores na inclusão de novas categorias.

para encontrarmos os cuidadores na PNAD temos que encontrar em algumas variáveis indícios desse tipo de atividade. O resultado é, por um lado, bem mais amplo do que o universos dos cuidadores numa definição rigorosa, mas por outro podemos perder alguns casos de pessoas que são de fato cuidadoras, mas classificadas de um modo que escapa à nossas seleção . O primeiro problema, de abrir demais o leque, é muito maior do que o segundo que – imagino – seja bem pequeno.

Considerando que as atividades de cuidado envolvem desde profissionais altamente qualificados muito próximos de profissionais da saúde num extremo ao trabalho pouco diferente do trabalho doméstico mais tradicional no outro extremo, podemos encontrar na PNAD três grupos de trabalhadores que podemos considerar como cuidadores.

O primeiro grupo são aqueles já classificados como tal pelo IBGE. A PNAD classifica as ocupações usando a Classificação Brasileira de Ocupações Domiciliar – CBO-Domiciliar, que é uma adaptação da Classificação Brasileira de Ocupações – CBO para as pesquisas domiciliares. Para esta adaptação às pesquisas domiciliares o IBGE utilizou a estrutura da CBO, que ainda estava sendo validada pelo Ministério do Trabalho e Emprego em setembro de 1999. A CBO-Domiciliar se mantém idêntica à CBO no nível mais agregado – grande grupo – e reagrupa algumas famílias ocupacionais, subgrupos e subgrupos principais, considerando as dificuldades de sua captação com precisão em pesquisas domiciliares.

Com essa classificação o mais próximo que chegamos das ocupações voltadas ao cuidado pessoa estrito senso é o código 5162 composto por:

  • Acompanhante, dama de companhia (no serviço doméstico)
  • Acompanhante, cuida, cuidador de crianças – incl. no transporte escolar
  • Acompanhante, cuida, cuidador de idoso
  • Aia, babá, baby sitter, nutriz, pajem, mãe crecheira, mãe social
  • Ama: de leite, seca
  • Berçarista – excl. no serviço de saúde
  • Monitor, recreacionista, recreadora infantil – excl. no ensino

O segundo grupo são os enfermeiros e auxiliares de enfermagem que atuam no domicílio do paciente ou em asilos. Neste casos utilizamos as CBO’s:

  • 5151
    • Ajudante, auxiliar de: ambulatório, enfermagem, serviços médicos (prático, sem formação);
      Ajudante, auxiliar de hipodermia;
      Aparadeira, parteira – excl. médica (prática, sem formação) – incl. auxiliar, autônoma;
      Aplicador de injeções, cuidador de doente, padioleiro (prático, sem formação);
      Assistente, auxiliar de enfermagem (prático, sem formação);
      Atendente de: berçário, centro cirúrgico, enfermagem, hospital (prático, sem formação);
      Atendente: de raios X, de serviço médico, hospitalar (prático, sem formação);
      Auxiliar de: gabinete dentário, obstetrícia, oftalmologia (prático, sem formação);
      Auxiliar de sanitarista, educador sanitário;
      Berçarista, lactarista (no serviço de saúde);
      Curandeiro;
      Dedetizador, imunizador, exterminador de insetos (no serviço de saúde);
      Enfermeiro (prático, sem formação);
      Guarda de: endemias, higiene, malária;
      Guarda sanitário, inspetor de malária, mata-mosquito, petrolizador (no serviço de saúde);
      Instrumentador: cirúrgico, de cirurgia (prático, sem formação;)
      Obstetra, obstetriz – excl. médico (prático, sem formação);
      Visitador: domiciliar, sanitário (no serviço de saúde)
    • 3222
      • Acadêmico, aluno interno de hospital;
        Ajudante, assistente, atendente de enfermagem (com formação de técnico, nível médio);
        Auxiliar de enfermagem (com formação de técnico, nível médio);
        Auxiliar de enfermagem de centro cirúrgico (com formação de técnico, nível médio);
        Auxiliar de enfermagem de clínica médica (com formação de técnico, nível médio);
        Auxiliar de enfermagem de hospital (com formação de técnico, nível médio);
        Auxiliar de enfermagem do trabalho (com formação de técnico, nível médio);
        Enfermeiro, padioleiro, técnico de enfermagem (com formação de técnico, nível médio);
        Instrumentador: cirúrgico, de cirurgia (com formação de técnico, nível médio);
        Técnico de enfermagem de terapia intensiva (com formação de técnico, nível médio);
        Técnico de enfermagem do trabalho (com formação de técnico, nível médio);
        Técnico de enfermagem psiquiátrica (com formação de técnico, nível médio)
      • 2235
        • Assistente, atendente de enfermagem, padioleiro, puericultor(com formação superior);
          Enfermeira parteira Рexcl. m̩dica (com forma̤̣o superior);
          Enfermeiro parteiro Рexcl. m̩dico (com forma̤̣o superior);
          Instrumentador: cirúrgico, de cirurgia (com formação superior);
          Obstetra, obstetriz, parteira hospitalar Рexcl. m̩dico (com forma̤̣o superior)

 

Como boa parte desses profissionais atua em instituições de saúde para pessoas onde a necessidade de cuidado é um evento excepcional e os nossos cuidadores tem uma atuação contínua no quotidiano dos seus clientes incluímos mais duas questões da PNAD para focarmos mais no grupo de interesse. A primeira foi restringir os enfermeiros àqueles que realizam seus trabalho no domicilio definidos pelas questão sobre tipo do estabelecimento onde trabalha (V9054) e incluímos aqueles que trabalham em instituições de longa permanência com base na pergunta de setor de atividade ( V9907 Código de atividade na semana de referência igual a 85030).

Mantivemos as três categorias separadas porque apresentam níveis educacionais bem diferentes com reflexos da distribuição geográfica, rendimento etc., mas devemos rever isso no futuro dado o reduzido número de entrevistas.

O terceiro grupo são os trabalhadores domésticos em geral, CBO 5121.

  • Arrumadeira, arrumador (no serviço doméstico)
  • Arrumador de apartamento
  • Auxiliar de serviços: diversos, gerais (no serviço domestico)
  • Camareiro, carregador de água, criado, curumim (no serviço doméstico)
  • Caseiro, jardineiro – incl. Ajudante, auxiliar
  • Diarista, faxineira, secretaria (no serviço doméstico)
  • Empregada doméstica,
  • Empregado doméstico
  • Lavadeira, passadeira, lavador, passador de roupas (no serviço doméstico)
  • Lavador, limpador de: janelas, vidraças (no serviço doméstico)
  • Limpador, servente, faxineiro (no serviço doméstico)

Esse é o grupo que mais inclui pessoas que não exercem atividades de cuidado cotidiano se pensarmos numa definição mais restrita, mas é exatamente essa fronteira que estamos investigando.

Se considerarmos a classificação da PNAD de posição na ocupação, teremos outras CBO’s classificadas como trabalho doméstico, tais como cozinheiros, porteiros, motoristas etc.; mas as funções desses casos parecem excluir o cuidado. De todo modo, a CBO 5121 junto com os cuidadores (CBO 5162) e os auxiliares de enfermagem não diplomados (CBO 5151) representam 96% dos trabalhadores domésticos definidos pela posição na ocupação (V4706).

Como resulta dessa seleção temos:

2003

2005

2007

2009

Cuidadores (idosos e crianças)

661.077

804.339

894.417

1.203.005

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

36.970

21.319

24.751

20.413

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

16.067

28.747

34.325

17.974

Enfermeiro – Curso Superior

4.522

1.079

411

4.282

Empreg. Doméstico

5.518.210

5.920.664

5.923.620

5.940.694

Demais Ocupados

73.926.635

80.413.241

83.908.495

85.502.885

Total

80.163.481

87.189.389

90.786.019

92.689.253

Tabela 1 – Ocupações selecionadas. Os valores referem-se à estimativa do IBGE da população no ano da pesquisa.
Fonte: IBGE – PNAD vários anos

 Gráfico 1 – Evolução do número de cuidadores (2003 = 100). Fonte: IBGE – PNAD vários anos.


Gráfico 1 – Evolução do número de cuidadores (2003 = 100).
Fonte: IBGE – PNAD vários anos.

 

As variações mais bruscas no total de enfermeiros podem estar ligadas a erro amostral, em 2009 tínhamos apenas 80 entrevistas entre todos os enfermeiros (apenas 7 com curso superior). No caso dos cuidadores temos um bom número de entrevistas (2.508 em 2009), o rápido crescimento entre 2007 e 2009 deve refletir de fato um crescimento real e um crescimento na notificação e da “correta” recodificação das respostas abertas à medida que temos uma reconhecimento mais amplo da atividade como um trabalho específico.

Perfil dos cuidadores

Brasil 2009

SEXO

Total

Masculino

Feminino

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atendem a domicílio ou asilos – Semana ref.

Cuidadores (idosos e crianças)

3,4

96,6

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

10,1

89,9

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

20,1

79,9

100

Enfermeiro – Curso Superior

100

100

Empreg. Doméstico

6,4

93,6

100

Demais Ocupados

61,7

38,3

100

Total

57,4

42,6

100

Tabela 2 – Profissionais de cuidado segundo sexo
Fonte: IBGE – PNAD 2009

O Cuidado é uma atividade feminina, ainda mais feminina que o trabalho doméstico em geral, os homens tem uma participação maior junto aos mais capacitados (pelo menos formalmente), ainda assim em número muito baixo.

COR OU RACA

Total

Indígena

Branca

Preta

Amarela

Parda

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atendem a domicílio ou asilos – Semana ref. Cuidadores (idosos e crianças)

,4

43,3

9,9

,1

46,3

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

52,0

17,0

31,0

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

42,0

13,8

44,1

100

Enfermeiro – Curso Superior

5,3

85,4

9,4

100

Empreg. Doméstico

,2

37,3

11,9

,2

50,3

100

Demais Ocupados

,2

50,0

7,2

,5

42,1

100

Total

,2

49,1

7,5

,5

42,7

100

Tabela 3 – Profissionais de cuidado segundo cor
Fonte: IBGE – PNAD 2009

Em termos de cor parece haver uma hierarquia onde as trabalhadoras domésticas em geral são mais negras, depois as cuidadoras e por fim as enfermeiras e auxiliares, estas últimas mais brancas que a média dos trabalhadores.

 

 

NÍVEL DE INSTRUCAO MAIS ELEVADO

Total

Sem instrução

Fundamental incompleto ou equivalente

Fundamental completo ou equivalente

Médio incompleto ou equivalente

Médio completo ou equivalente

Superior incompleto ou equivalente

Superior completo

Não determinado

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atendem a domicílio ou asilos – Semana ref. Cuidadores (idosos e crianças)

4,3

41,7

12,8

12,8

24,2

1,4

1,8

,8

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

5,9

23,5

14,7

8,8

44,1

2,9

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

87,2

10,3

2,6

100

Enfermeiro – Curso Superior

28,6

71,4

100

Empreg. Doméstico

10,3

53,9

12,0

7,3

14,5

,4

,7

,9

100

Demais Ocupados

7,6

31,0

9,0

6,7

27,9

5,6

11,7

,4

100

Total

7,7

32,7

9,3

6,9

27,0

5,2

10,9

,4

100

Tabela 4 – Profissionais de cuidado segundo escolaridade
Fonte: IBGE – PNAD 2009

 

Faixa de rendimento do trabalho principal

Total

Sem rendimento

Menos de 1 Sal. Mínimo

Um salário mínimo

+1 a 2 SM

+2 a 3 SM

+3 a 5 SM

Mais de 5 Sal. Mínimos

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atendem a domicílio ou asilos – Semana ref. Cuidadores (idosos e crianças)

2,0

57,3

14,5

22,3

2,9

,9

,0

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

3,0

16,0

5,3

50,8

12,5

12,3

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

1,3

8,7

68,0

17,4

4,6

100

Enfermeiro – Curso Superior

24,8

15,9

21,6

12,9

24,8

100

Empreg. Doméstico

,4

50,3

21,1

25,7

2,2

,2

100

Demais Ocupados

9,8

17,3

9,8

33,4

11,5

9,9

8,3

100

Total

9,0

20,0

10,6

32,8

10,8

9,1

7,6

100

Tabela 5 – Profissionais de cuidado segundo rendimento do trabalho principal
Fonte: IBGE – PNAD 2009

 

Em termos de escolaridade as cuidadoras tem mais anos de estudo que as trabalhadoras domésticas, embora inferior que a média dos ocupados. Os enfermeiros são mais bem escolarizados (até por obrigação legal).

As cuidadores tem rendimentos baixíssimos, 73,8% ganham até um salário mínimo, as domésticas nesta faixa perfazem 71,9%, mas 21% ganhando o mínimo legal contra 14% das cuidadoras. Os enfermeiros e auxiliares tem rendimentos melhores, mas aqui vemos o problema do reduzido número de casos entre os enfermeiros com curso superior (lembrando que são apenas 7 entrevistas no Brasil); é pouco provável que mais de um quarto dos enfermeiros com curso superior que atendem em domicílios ou trabalham em asilos não tenham rendimento no seu principal trabalho.

Faixa etária

Total

10 a 17

18 a 24

25 a 30

31 a 40

41 a 55

Mais de 55 anos

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atendem a domicílio ou asilos – Semana ref. Cuidadores (idosos e crianças)

17,4

19,0

12,4

17,9

24,5

8,8

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

4,6

7,6

7,8

22,1

47,4

10,5

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

8,7

30,7

32,3

17,5

10,8

100

Enfermeiro – Curso Superior

48,6

22,5

19,6

9,4

100

Empreg. Doméstico

2,9

9,9

14,3

29,9

34,3

8,7

100

Demais Ocupados

4,4

15,8

16,4

24,0

28,1

11,3

100

Total

4,5

15,5

16,2

24,3

28,4

11,1

100

Tabela 6 – Profissionais de cuidado segundo faixa etária
Fonte: IBGE – PNAD 2009

Parte da diferença de rendimentos pode vir da idade das cuidadoras, elas são muito jovens. Como vimos nos resultados da PED, onde é possível separar as Babás dos cuidadores de idosos, essa idade extremamente baixa é típica das Babás enquanto que as cuidadoras são mais velhas, mas aqui não temos como separar.

 

 

Horas trabalhadas na semana (REF. 2007)

Total

Até 24 horas

De 24 a 40

De 40 a 48

Mais de 48 horas

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atendem a domicílio ou asilos – Semana ref. Cuidadores (idosos e crianças)

19,9

38,5

18,6

23,0

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

14,2

33,9

22,1

29,9

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

6,8

64,0

15,4

13,7

100

Enfermeiro – Curso Superior

53,9

36,8

9,4

100

Empreg. Doméstico

30,0

35,4

21,8

12,8

100

Demais Ocupados

15,3

39,7

29,5

15,4

100

Total

16,3

39,4

28,9

15,4

100

Tabela 7 – Profissionais de cuidado segundo horas trabalhadas na semana
Fonte: IBGE – PNAD 2009

As cuidadoras apresentam muitos casos tanto na faixa mais baixa (até 24 horas) como no outro extremo (mais de 48). Mais uma vez parece que há uma diferença entre Babás e Cuidadoras de Idosos. A presença de um grande número de casos com jornadas muito elevadas está associada à necessidade dos cuidadores com demandas mais fortes quanto à saúde da pessoa atendida de estar disponível 24 horas em resposta a qualquer situação de mais crítica.

CONTRIBUIA P/ INST. PREVIDÊNCIA

Total

Sim

Não

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atendem a domicílio ou asilos – Semana ref. Cuidadores (idosos e crianças)

25,5

74,5

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

66,4

33,6

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

75,8

24,2

100

Enfermeiro – Curso Superior

85,6

14,4

100

Empreg. Doméstico

31,5

68,5

100

Demais Ocupados

55,2

44,8

100

Total

53,3

46,7

100

Tabela 8 – Profissionais de cuidado segundo Contribuição à previdência
Fonte: IBGE – PNAD 2009

A informalidade é muito alta, mais alta entre as cuidadoras do que no serviço doméstico tradicional. Os enfermeiros são muito mais formalizados, mais do que a população em geral (lembrando sempre do cuidado com o pequeno número de casos).

 

 

POS. OCUP TRAB. PRIN. 10 OU +

Total

Empregado com carteira de trabalho assinada

Militar

Funcionário público estatutário

Outro empregado sem carteira de trabalho assinada

Trabalhador doméstico com carteira de trabalho assinada

Trabalhador doméstico sem carteira de trabalho assinada

Conta própria

Empregador

Trabalhador na produção para o próprio consumo

Trabalhador na construção para o próprio uso

Não remunerado

Profissionais de cuidado, enfermagem e trabalho doméstico que atende a domicílio ou asilos – Semana ref. Cuidadores (idosos e crianças)

3,2

2,1

5,1

14,4

70,5

3,2

,1

1,3

100

Aux e Tec Enfermagem РSem forma̤̣o

44,1

5,9

8,8

11,8

26,5

2,9

100

Aux e Tec Enfermagem РCurso T̩cnico

51,3

7,7

10,3

5,1

7,7

17,9

100

Enfermeiro – Curso Superior

42,9

14,3

28,6

14,3

100

Empreg. Doméstico

26,7

73,3

100

Demais Ocupados

36,5

,4

7,8

18,3

,2

,1

22,6

4,6

4,4

,1

4,9

100

Total

33,7

,4

7,3

16,9

2,1

5,9

20,8

4,2

4,1

,1

4,6

100,0

Tabela 9 – Profissionais de cuidado segundo posição na ocupação
Fonte: IBGE – PNAD 2009

A categoria de posição na ocupação criada pelo IBGE a partir das questões sobre setor de atividade, ocupação e carteira assinada dos empregados, reforça o dado sobre a baixa formalidade dos Cuidadores. Os enfermeiros e auxiliares são muito mais formalizados.